Cinco

A noite acabou num piscar de olhos. Piscar esse que não vimos acontecer, já que depois de algumas horas rindo das palhaçadas que Luan fazia, eu acabei dormindo. Quando eu acordei, o vi na minha frente. Mas foi com alguém me chamando.
-Acorda Nanda. –Era o Tony. Ele era meu irmão só por parte de pai Ele era um ano mais novo do que eu, mas ninguém dizia isso.- O que aconteceu aqui?
Eu: Quê? Que horas são?
Tony: São sete.
Eu: O que? Luan... –chamei ele-  Luan, já amanheceu.
Luan: Que hora é essa?
Eu: São sete da manhã.
Luan: Droga. –ele levantou e foi pro telefone.  Enquanto ele falava, Tony me puxou pra um pouco longe.
Tony: Cê pode me explicar o que aconteceu aqui?
Eu: A gente ficou mais ou menos ilhado aqui. Por quê?
Tony: Como assim por quê? Desde quando é normal você dormir aqui? E com qualquer um?
Eu: Não é qualquer um. E eu não tinha como sair daqui. –ele respirou fundo.
Tony: Tá bom. Mas não pense que eu vou esquecer.
Eu: Bobinho...
Tony: E a sua mãe?
Eu: Plantão, não tinha como ela me buscar. Deve chegar agora de manhã. –vi que meu celular estava sem bateria. Luan foi pra onde a gente estava.
Luan: Pronto, já já eles vem buscar o carro. Tem algum lugar aqui perto pra gente comer?:

Eu e Luan estávamos numa padaria do outro lado da rua, rindo por  causa da nossa “grande inteligência”. O restaurante da Sonia estava ao nosso lado o tempo inteiro, claro e quente, enquanto ficávamos no escuro e encolhidos de frio. A padaria começou a encher e as pessoas olhavam para o Luan e depois pra mim, com curiosidade. Até eu olharia (tá, principalmente eu). Um dos artistas mais bem pagos do Brasil tomando café da manhã numa padaria de esquina com uma garota desengonçada. Quem não ficaria curioso?
O guincho chegou e Luan foi até o outro lado da rua, mas ainda me olhavam. Comecei a me incomodar com aquilo e enquanto Luan ainda estava do outro lado, fui até o balcão e paguei a conta e atravessei também. Olhei o carro do Luan indo embora.
Luan: Fica aí que eu vou lá pagar e volto.
Eu: Eu já paguei.
Luan: Por quê?
Eu: Porque sou uma mulher independente. –eu ri, mas Luan continuou sério- Vai Luan, foi baratinho.
Luan: Então eu vou te levar pra casa.
Eu: De cavalinho?
Luan: Não, de táxi. –consegui fazer ele rir.
Eu: Eu moro perto, vou de bicicleta mesmo.
Luan: Não. Eu vou te levar, e ponto final.
Ali eu já percebi que não ia conseguir convence-lo. Ele ia me levar pra casa nem que fosse me arrastando.
Eu: Tá bom então. –nessa hora o Tiago veio do outro lado da rua, de skate.
Tiago: Bom dia. –ele fez cara de poucos amigos.
Eu: Bom dia Ti.
Tiago: Já vai abrir?
Eu: Não, não vou abrir agora de manhã. Eu preciso dormir, meu corpo tá com saudade da minha cama. –desejei não ter aberto a boca. Pela cara que Tiago olhou pra mim e pra Luan, pensou que tinha acontecido alguma coisa. Com certeza algo bem diferente do ocorrido.
Tiago: Então tudo bem. Depois a gente se fala. –ele deu impulso no skate e saiu. Na verdade, eu não me importava com o que ele pensava.
Me importei mais com a menina que estava do outro lado da rua com o celular em nossa direção. Peraí... celular? Se iríamos sair, teríamos de ir logo, antes que ela tirasse mais fotos do que com certeza tinham tirado.
Eu: Você chama o táxi então, que eu vou fechar a loja direito. –chequei tudo e então escrevi num papel e colei na porta “abriremos Às 15h” como se alguém se importasse.
Quando voltei, Luan estava no lado de fora do táxi, coma  porta aberta me esperando. Entrei e falei o endereço da minha casa ao taxista, que felizmente parecia ser discreto. Luan entrou logo depois de mim. Cinco minutos depois, paramos na frente da minha casa. O carro da minha mãe já estava na garagem. Sorte minha seria se ela tivesse apenas chegado e se jogado na cama.
Luan: Ainda te devo uma.
Eu: Não deve nada.
Luan: Devo sim! Você me deu abrigo a noite toda. Amanhã eu te pego aqui às oito. –aquilo não era uma pergunta.
Eu: Vou pensar se vou me arrumar. –ri baixinho- Agora eu só quero dormir.
Luan: Tudo bem.
Eu: É... tchau?
Luan: Até amanhã.

Eu: Não lhe garanto nada. –disse e saí do carro.

Quatro

Mais uma semana se passou e então aconteceu.
Estava chovendo muito em Londrina, e eu resolvi esperar um pouco pra poder ir pra casa, já que estava de bicicleta e meu guarda-chuva tinha ido embora na hora do almoço. Mas a chuva não passava. As oito, eu já tinha desistido de esperar, resolvi que ia dar um jeito de ir pra casa. Minha mãe não atendia, estava fazendo plantão no hospital. Achei estranho quando vi um carro na garagem da loja, sendo que eu não tinha ouvido ruído algum. Dessa vez não precisei olhar duas vezes pra saber que era o Luan. Mas mesmo assim, eu não conseguia acreditar. Era muito estranho ele parar ali na porta naquela chuva Ele fechou a porta do carro e veio na direção da loja. Bem, normalmente gatos molhados são estranhos, mas ele era  gato molhado mais lindo do mundo. Ele foi até o balcão.
Luan: Oi, posso usar seu... –teve um estalo e tudo ficou escuro no mesmo instante. No outro lado da rua, saíram faíscas de um poste, e foi a única coisa que nos iluminou antes que eu acendesse a luz do meu celular- Nossa Senhora!- Luan disse e eu não pude deixar de sorrir ao ouvir a voz dele.
Eu: O que cê ia falar?
Luan: Se eu podia usar seu telefone. É que meu celular descarregou.
Eu: Bom, o telefone não tá funcionando, mas cê pode usar meu celular, se quiser,
Luan: Obrigado. –ele pegou o celular. Enquanto digitava, a única luz do celular se dirigia a seu rosto, que parecia preocupado.
Sonia: NANDAAAAAAAAAAAA, TEU TELEFONE TÁ FUNCIONANDO?
Eu: NÃO, E AÍ?
Sonia: NAAAAAAAAAAAAAAO. –a Sonia era a dona do restaurante que tinha do lado da loja.
Vi Luan rir, tirando o celular do ouvido.
Luan: Não tá completando a ligação. Acho que a queda de luz não foi só aqui.
Eu: É, deve ter sido isso.
A luz do restaurante da Sonia acendeu.
Eu: Geradores... –reclamei.
Luan: Vocês não tem um?
Eu: Não.
Luan: Agora é seu celular que tá sem sinal.
Eu: Nossa, legal. –eu disse com ironia,
Ele me devolveu o celular e eu procurei uma lanterna na gaveta do balcão.
Eu: Senta. Acho que a gente vai ter que esperar a luz voltar pra poder sair daqui. O que teve com o Ja... Com o seu carro?
Luan: Parou aqui perto, daí eu lembrei daqui e trouxe até a garagem.
Eu: Sozinho?
Luan: É. Por quê?
Eu: Não, nada.
Vi que ele estava com um casaco.
Eu: Nego... É, não é melhor você tirar o casaco? Tá molhado, capaz de você gripar. –o “nego” me escapuliu e eu senti minhas bochechas queimarem. Eu provavelmente estava mais vermelha do que já estive em toda a minha vida.
Luan: Tá bom negolina, toma. –ele riu e tirou o casaco. Eu abri em cima do balcão.
Eu: Não sou boa em agir normalmente.
Luan: Bom, provavelmente a gente vai ficar aqui a noite toda, e você não ia conseguir, muito menos se resolvesse me chamar de Senhor Luan. –rimos.
Eu: Mas eu não ia mesmo.
Peguei uma almofada e joguei no chão, atrás do balcão. Sentei nela e me encolhi, por causa do frio.

Luan: Tem lugar pra dois aí?

PRONTINHO AMORES! E AÍ, O QUE SERÁ QUE VAI ACONTECER, HEIN? HAHAHA BEIJINHOS DA DAN. ;)

Três

Uma semana havia se passado, e como o meu lado racional previu, Luan não apareceu. “Ele tem muito mais o que fazer do que vir aqui Fernanda, muito mais.”
Me dediquei ao projeto do site da loja, uma tentativa de vender mais.  Vez ou outra parava pra atender um cliente.  A semana foi boa, já que vendia o suficiente todos os dias. Meu celular tocou. “lia” no visor. Coloquei os fones e atendi.
Eu: Oi amiga, tá no intervalo?
Lia: O Tiago tá acabado.
Eu: Droga, esqueci do show! Tava tão cansada, cara...
Lia: E adivinha quem tava lá?
Eu: Não sei...
Lia: Quem você esperou ver a semana inteira?
Eu: Ava, sério isso?
Lia: Sério, uma amiga minha tirou umas fotos e me mostrou.
Eu: Ai amiga, que raiva! Pera, vem vindo um cliente, depois eu te ligo.
Uma garota entrou na loja e ficou olhando os cds por um tempo razoável. Um casal entrou, comprou, e ela ainda estava lá. Olhei pela câmera e não vi nada de anormal. Fiquei tão curiosa sobre o que ela estava fazendo que não vi quando três garotas entraram lá também. A garota “estranha” saiu de lá sem levar nada e com o olhar de quem tinha se decepcionado.
Eu: Posso ajudar?
Garota: Provavelmente não. Tô olhando a cidade toda e... Ah meu Deus, você tem!
Ela olhou pra trás de mim.  Ai, só faltava ela querer meu CD!
Garota: De quanto ele tá? Aquele CD ali do Luan Santana.
Eu: Ele não tá a venda.
Garota: Ai, por favor, eu pago quanto você quiser.
Eu: Infelizmente ele não tá a venda.
Garota: Pago 50 reais.
Eu: Já falei que ele não está à venda.
Garota: Eu nunca mais compro nada aqui.  –ela saiu da loja.
Revirei os olhos e procurei na câmera as três garotas. Pisquei várias vezes quando vi que era a Bruna com duas amigas. A Bruna irmã do Luan! Será que ele tinha dito alguma coisa a ela? Mas o que? Recomendado uma loja que ficava perto de casa?
Elas demoraram um pouco pra escolher alguns cds e compraram. Assim que elas saíram, mandei um sms pra Lia.
“a Bruna acabou de sair daqui.”
“a cunha?”
“é. *-* e uma garota quis comprar meu cd do Luan. Vê se pode...”
“a culpa é sua, já falei q n eh p vc deixar aí”
“tá, eu vou tirar hj. Cmo será q a Bruna veio aq hein?”
“cm as pernas? Kkk”
“ah, q engraçado amg, pq eu n to rindo? Eh sério, será q o Luan falou daq p ela?”
“ué, pode ser. A menos q tenha uma lá dentro, aí é a loja de cds mais perto do royal park”
“Eh, eh vdd, mas nada de fik sonhando. Acho q Luan nem sabe mais q a MP Cds existe.”
“tá bom, agora chega de me iludir e vai estudar.”
Naquele dia, depois de fechar a loja, fui até a porta do condomínio do Luan, onde era o máximo que eu podia chegar. Fiquei olhando de longe por algum tempo, imaginando se ele estava em casa, o que estava fazendo... Até que resolvi voltar.

Parei na loja, peguei meu cd e fui pra casa. Eu não sabia que ir até ali me abalaria tanto. É que... ele tava tão perto de mim e ao mesmo tempo tão longe... Resolvi ir pra casa antes que ficasse tarde.

AMOOORS! ME DESCULPEM A DEMORA, MAS TAÍ O CAPÍTULO. DAQUI A POUCO MANDO O QUATRO PRA VOCÊS. ;)

Dois

“oi amors, tô no trabalho, mas isso aqui tá tão vazio que não tem nem uma mosquinha pra me fazer companhia :c”
Foi meu primeiro tweet do dia no meu fc pro Luan. No dia anterior, eu realmente tive um bom rendimento, mas naquele dia, a única pessoa que tinha entrado ali, olhou muito e não levou nada. Aquele dia estava uma droga.
Já havia anoitecido quando um carro preto estacionou em frente à loja. Alguém estacionar ali era um tipo de milagre. Ninguém saiu por algum tempo, então eu desanimei.  Mandei um tweet pro Luan, mesmo sabendo que provavelmente ele nunca leria “@luansantana queria que você estivesse aqui.”
A porta do carro se abriu e eu gelei. Cara, não era possível! Meu coração começou a bater rápido demais, eu comecei a suar e acho que eu morri por alguns segundos quando o Luan entrou na loja. O Luan! Ele se virou pro balcão e sorriu. Eu sorri de volta, quase tendo um ataque cardíaco. Ele foi pra parte dos boxes e eu disfarçadamente olhei pra cada centímetro dele. Ele olhou pro balcão de novo e eu fingi estar concentrada no computador. O CD que eu tinha colocado terminou, e então eu coloquei o DVD do Coldplay. Estava de costas e aproveitando pra tentar me controlar. Dei play, respirei fundo e m virei. Tomei um pequeno susto quando vi o Luan já no balcão.
Eu: Boa noite. –tentava diminuir meu sorriso
Luan: Boa noite. –meu Deus, aquilo tava acontecendo mesmo? Eu tava atendendo o meu ídolo? Ele me deu o mesmo DVD que eu tinha escolhido alguns segundos antes, o do Coldplay.
Eu: Boa escolha. –consegui dizer e rimos.
Agi normalmente (ou pelo menos acho que agi) e registrei a compra. A parte mais difícil foi dar a ele o cupom fiscal, pois sabia que ele ia embora.
Luan: Obrigado. –ele disse.
Eu: Obrigado você. Volte sempre. –“Sim, volte sempre. Todos os dias. Fique aqui, se necessário.” Eu pensei, mas ele não ficou. Saiu da loja e abriu o carro. Antes de entrar, me olhou, olhou pro nome da loja e então entrou no carro.
Eu: Ah meu Deus! –exclamei quando ele foi embora. Peguei o meu celular tremendo- Amiga, acho que o Luan tá me vigiando. –eu ri ao mesmo tempo em que quase não acreditava no que tinha acontecido.

Eu: Quando eu vi o carro saindo dali, eu quase morri! Eu devia ter abraçado  ele, sei lá, qualquer coisa, menos deixar ele sair daquele jeito.  –a mesma história que eu tinha contado para minhas amigas, agora eu contava para a minha mãe.
Luiza: Você deveria ter sequestrado ele. –ela disse
Eu: Nossa, que ótimo conselho, mãe! Só se fosse sequestrar ele pra nunca mais devolver. –rimos.
Luiza: Mas além dele, tiveram muitos clientes hoje?
Eu: Não, só ele. Pra mim valeu por mil, mas pra loja...
Luiza: Talvez não é pra ser, filha.
Eu: É, acho que o jeito vai ser prestar vestibular pra qualquer coisa mesmo... –larguei o garfo de lado- Perdi a fome, acho que vou tentar dormir. Boa noite mãe.
Luiza: Boa noite Nanda.

Custei pra demorar a dormir. Eu não conseguia acreditar que eu tinha “conhecido” o Luan, mas chorei mais por não saber o que fazer da vida. Eu me sentia uma imprestável no mundo, e olha que eu achava que naquela loja, eu tinha achado o meu lugar.

Um

Meu nome é Fernanda Costa, tenho 19 anos e... Bem, me descrever nunca foi meu forte. Moro em Londrina-PR com minha mãe, Luiza.
Se você perguntar a qualquer vizinho quem é a Fernanda, provavelmente eles vão perguntar se é “a que é fã de Luan Santana”. Bem, eu também trabalho na loja de cds da minha tia Mariana. Já tentei ser modelo, mas não deu muito certo. Na verdade, eu fico sozinha na loja (que não tem muito movimento), já que minha tia também tem uma lavanderia praticamente do outro lado da cidade. Às vezes eu fico com o Tiago, que mora no mesmo bairro que eu, mas não quero nada sério por agora, mesmo às vezes ele forçando a barra. Se eu fosse contar desde que a minha história “com o Luan” começou (quando eu comecei a ser fã dele) ia ser uma história muito, mas MUITO longa, então eu vou contar minha história pra vocês um dia antes de tudo começar. Nos vemos mais adiante!
Beijos, Nanda.
                                                                                *
Acordei cedo, tomei meu café da manhã e coloquei essa roupa

Me despedi da minha mãe, peguei minha bicicleta e fui pedalando de casa até a loja. Sempre me dava vontade de pedalar mais um pouco e ir até o Royal Park, mas como na verdade não seria tão pouco assim, eu sempre desistia. A surpresa do dia foi encontrar a minha tia Mariana já na loja.
Eu: Tia Mari?
Mariana: Oi Nanda. A gente tem que conversar. –ela estava séria demais pra realmente ser a minha “tia louca”. Entramos na loja.
Eu: Pode falar. Aconteceu alguma coisa?
Mariana: Eu tô pensando em... vender a loja. –eu paralisei. Vender a loja depois de eu já ter me apegado? Aquilo me deixou triste.
Eu: Mas...
Mariana: Não vai ser tão cedo, Nanda. Eu só pensei nisso porque temos cada vez menos clientes... –também, a localização da loja não era tão favorável. Tinha mais restaurantes ali, éramos na verdade,  o púnico estabelecimento diferente.
Eu: E se... eu conseguir aumentar o número de clientes?
Mariana: Aí a gente pode dar um jeito. –ela disse com um sorriso- Bem , eu tenho que ir. Aquela lavanderia só funciona direito quando eu tô lá. Qualquer coisa é só me ligar.
Eu: Tudo bem. –ela saiu. Quando foi embora, eu fiz cara de choro. Comecei a achar que o problema era comigo. Primeiro a minha carreira como modelo nem começou direito e já tinha terminado, depois eu me apeguei a um emprego e estava prestes a perde-lo...
Como eu já tinha dado uma geral na loja na noite anterior, abri a porta, liguei o computador, coloquei o primeiro cd do Luna pra tocar (minha preciosidade)  e comecei a fazer só o básico. Sempre escolhia um todos os dias, mas naquele dia nem o cd me animou. Quando chegou na música “Meu Destino”, eu já estava chorando. Motivo? Pra completar o tanto de desastres ocorridos, eu ainda não tinha nem chegado perto do Luan. O telefone da loja tocou e eu tive que me recompor pra pode r atender decentemente.
Eu: MP Cd’s, bom dia.
X: Oi Nanda, é o Tiago. –poxa, foi legal ele ter ligado, mas  eu precisava urgentemente de um cliente- Você tá a fim de ir num show comigo nesse fim de semana?
Eu: Show de quem?
Tiago: Thaeme e Thiago.
Eu: Hm, vou ver. Digamos que eu estou em uma missão quase impossível aqui na loja, então vou ter que reorganizar um monte de coisa.
Tiago: Tudo bem então, depois eu te ligo. Beijo.
Eu: Beijo.
Quando o CD acabou, eu guardei ele. Não estava à venda pra NINGUÉM por valor NENHUM. Aquilo era foi difícil de achar e eu não ia vender o meu tão querido e amado cd.

O primeiro cliente do dia entrou e comprou quatro cds. Eu me fiz acreditar que aquele era um bom sinal, quem sabe desse certo.

Apresentando a Fanfic: História, Personagens e Música-tema

Oi amors, aqui é a Dan. Nos encontramos de novo em mais uma história, hein?! rs Resolvi dividir a apresentação em tópicos, pra ficar mais fácil. =D
Quanto a história: bom, "Para Sempre" a fanfic, é de certa forma baseada em "Para Sempre" o livro, que conta a história real de Kim e Krickitt Carpenter, um casal que passou por uma grande tragédia, mas com fé conseguiu vencê-la e reconstruir seu casamento. A fé aqui (fanfic) será demonstrada de várias formas: em Deus, nas pessoas, no amor...
Quanto as postagens de capítulos: estou em período pré-vestibular, então nãos ei se conseguirei postar os capítulos diariamente. Provavelmente postarei em dias alternados (um sim e outro não) e vou SEMPRE avisar na Fan Page da SS e nos TTs @sagasinais ou @sorrisod0luan.
Quanto aos personagens: a personagem principal se chamará Fernanda. Ela vai ter 19 anos e vai morar em Londrina-PR. Sua melhor amiga se chamará Lia, sua mãe Luiza, seu pai Alberto, seu irmão Antônio (ufa! kkkk) Ela vai trabalhar pra tia Mariana e ter um rolinho com o Tiago. Os outros personagens são Luan e sua família: Marizete, Amarildo e Bruna. Se surgir mais alguém (conhecido ou não) eu logo explico quem é ele.
Música-tema: gosto de ligar músicas às fanfics, e a que eu escolhi pra essa foi...
A banda Coldplay vai ser digamos que "a banda" da história. Logo nos primeiros capítulos vocês vão entender.
Por último, eu agradeço a vocês por lerem a minha terceira fanfic, e peço que qualquer coisa de errado, vocês me contem imediatamente, tá? Não vou ficar pedindo coments no fim de cada capítulo, mas queria que vocês soubessem que quando não tem nenhum comentário, eu fico triste, pensando que vocês não tão gostando, que a fic está ruim. Então nem que seja, apertem nas reações, é muito importante e não leva nem dez segundos!
É isso amors, espero que gostem da história, nos falamos em breve. Beijinhos da Dan! :D

Sinopse

Sempre pensei em como seria meu encontro com ele. Pensei em entrar em seu camarim e receber um abraço, ser a garota Nega e dançar coladinha com ele ou até mesmo em invadir o palco durante um programa de tv. Mas não foi bem assim que aconteceu. O que foi bom, ou talvez não tivéssemos uma história. Sim, eu e ele temos uma história. Uma história de amor, amizade e superação. E eu vou ter o prazer de te contar os detalhes de um amor que viverá para sempre.